terça-feira, 23 de março de 2010

Elétrico i-MiEV no Brasil

   Mitsubishi já exibe aqui uma única unidade do pequeno i-MiEV para "sentir" o ambiente. O carro não tem condições de encarar as ruas brasileiras, já que ainda não foi homologado para nosso país, não se encaixa numa categoria para ter uma apólice de seguro e sequer foi adaptado à nossa direção de trânsito (o volante fica do lado direito da cabine, na mão inglesa, como é normal no Japão). Mas é nele que a montadora japonesa aposta para fincar sua bandeira tecnológica e mostrar que é uma das pioneiras no "novo mundo".
   Com 3,39 m de comprimento, 1,47 m de largura, 1,60 de altura, 2,55 m de espaço entre-eixos e lugares para quatro pessoas, ele tem um visual que lembra muito o smart fortwo (ou mesmo o indiano Tata Nano, carro mais barato do mundo) e um tamanho menor que o de nossos populares (o Ford Ka mede 3,83 m, o Fiat Mille, 3,69 m, e o Chevrolet Celta, 3,78 m), embora seja mais alto e mais espaçoso que todos eles.
   130 km/h com força e conforto disponíveis apenas em carros de segmentos mais caros no país, informa a Mitsubishi. Há, no entanto, dois pontos negativos, sobretudo para as características nacionais: a autonomia é de apenas 160 km -- ideal para rodar no perímetro urbano, mas quase inviável para viagens -- e o tempo de recarga varia de 7 horas (direto em tomadas 220V) a 14 horas (em 110 V). No Japão, existem pontos de recarga expressa, onde se consegue 80% da carga em 30 minutos.
   Quer, mas não pode, ao menos por enquanto. A Mitsubishi não diz explicitamente quando o elétrico teria condições de vingar comercialmente no país. Mas a assessoria da marca que o modelo teria todas as condições de ser fabricado aqui num espaço que vai de 3 a 5 anos.

Original de: UOLCarros

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