quinta-feira, 19 de novembro de 2009

FIAT 500 do passado ao presente!


   A foto acima foi retirada do site [iCarros]. O carro branco, aqui retratado em tons de sépia, pertence ao empresário Emídio Cipriani. Um impecável exemplar de 1970 trazido da Itália em 2000 e restaurado no Brasil. O vermelho, mostrado em cores vivas, nos foi emprestado pela Fiat e acaba de ser trazido da Polônia.
   O renascimento do 500 (Cinquecento, em italiano) não foi uma operação de nostalgia, faz questão de sublinhar a Fiat. A intenção era fugir da solução fácil de projetar um carro apenas parecido com o simpático 500 (conhecido como Topolino, ratinho em português) e sim reproduzir os conceitos de um momento histórico de recuperação econômica pós-guerra da Itália, mas agora com forte ênfase nos confortos modernos que os italianos não podiam usufruir nos anos 1950.
  A exemplo do New Beetle, o novo 500 precisou abandonar o motor traseiro refrigerado a ar. Ambos tiveram que se basear em arquiteturas existentes, Golf e Panda, respectivamente.


  Vendo o Cinquecento de perto, é fácil constatar que a mudança para tração dianteira e a necessidade de aumentar a altura e a distância entre eixos não impediram que o desenho fosse atualizado sem se distanciar tanto do projeto dos anos 1950. Chamam a atenção o capô bem curto, as rodas nas extremidades da carroceria, os faróis e lanternas — tudo respeitando o original, inclusive seu aspecto “sorridente”. Linha de cintura levemente ascendente e lanternas traseiras bem dimensionadas são concessões à modernidade.
   Dirigir tanto o atual quanto o antigo é muito fácil. Mas as comparações com os dois 500 terminam por aqui, porque em tecnologia, 40 anos significam uma eternidade: a eletrônica e os atuais métodos de produção fizeram do moderno 500 um dos carros mais seguros.

FONTE: [iCarros] + [WebMotors]


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